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Aviso: O seguinte artigo contém spoilers.
Recomendamos zerar o jogo primeiro antes de iniciar a leitura.


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Ato 1 Editar

Querida Luz do Sol Editar

A forma que você brilha através das minhas cortinas pela manhã
Me faz sentir como se você estivesse com saudade de mim.
Beijando minha testa para me ajudar a levantar da cama.
Fazendo eu esfregar o sono dos meus olhos.
Você esta me pedindo para sair e brincar?
Esta confiando em mim para desejar que um dia chuvoso não venha?
Olho para cima. O céu é azul.
É um segredo, mas confio em você também.


Se não fosse por você, eu poderia dormir para sempre.


Mas não estou com raiva.



Eu quero café da manhã.

"Garrafas"Editar

Eu arranco meu couro cabeludo, como a tampa de um jarro de biscoitos.
É o lugar secreto onde guardo todos os meus sonhos.
Pequenas bolas de raios solares, todas se esfregando juntas como um bando de gatinhos.
Eu alcanço o interior com meu polegar e arranco uma delas.
É quente e dá um formigamento.
Mas não há tempo a perder! Coloquei em uma garrafa para mantê-la segura.
E coloquei a garrafa na prateleira, com todas as outras garrafas.
Pensamentos felizes, pensamentos felizes, pensamentos felizes em garrafas, todos em fileira.
Minha coleção me traz muitos amigos.
Cada garrafa é uma luz das estrelas para compensar.
Às vezes, meu amigo se sente de um certo modo.
E aparece uma garrafa para salvar o dia.
Noite após noite, mais sonhos.
Amigo após amigo, mais garrafas.
Meus dedos vão cada vez mais fundo.
Como se explorando uma caverna escura, descobrindo segredos nos cantos e fendas.
Escavando e escavando.
Arranhando e arranhando.
Eu sopro a poeira das tampas de garrafa.
Não parece que o tempo passou.
Minha prateleira vazia poderia ter algumas mais.
Meus amigos olham através da minha porta da frente trancada.
Por fim, tudo está pronto. Eu abro e meus amigos entram.
Eles entram, com tanta pressa. Eles realmente querem minhas garrafas tanto assim ?
Eu freneticamente puxo elas das prateleiras, uma após a outra.
Segurando elas para cada um dos amigos.
Cada uma das garrafas.
Mas cada vez que deixo uma ir, ela se quebra contra o azulejo entre meus pés.
Pensamentos felizes, pensamentos felizes, pensamentos felizes em estilhaços, espalhados pelo chão.
Elas deveriam ser para meus amigos, meus amigos que não estão sorrindo.
Todos estão gritando, implorando. Alguma coisa.
Mas tudo que eu escuto é eco, eco, eco, eco, eco.
Dentro da minha cabeça.

"%" Editar

Saia da minha Cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça.
Saia da minha Cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça.
Saia da minha Cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça.
Saia da minha Cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça.
Saia da minha Cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça.
Saia da minha Cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça.
Saia da minha Cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça.
Saia da minha Cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça.
Saia da minha Cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça.
Saia da minha Cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça. Saia da minha cabeça.
Saia.
Da.
Minha.
Cabeça.



Saia da minha cabeça antes que eu faça o que sei que é melhor para você.
Saia da minha cabeça antes que eu dê ouvidos a tudo que ela me disse.
Saia da minha cabeça antes que eu te mostre o quanto te amo.
Saia da minha cabeça antes que eu termine de escrever esse poema.




Mas um poema nunca acaba de verdade.
Ele só para de se mover.