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Monika Galeria Sprites Poemas

Aviso: O seguinte artigo contém spoilers.
Recomendamos zerar o jogo primeiro antes de iniciar a leitura.


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Ato 1 -POEMAS-[]

Buraco na parede.[]

Este poema é mostrado no segundo dia.

Não poderia ter sido eu.
Veja,a direção que o concreto se projeta.
Um vizinho barulhento? Um namorado irritado? Nunca saberei. Eu não estava em casa.
Eu espio por ele procurando uma pista.
Não! Não posso ver. Eu cambaleio, cega, como um filme deixado no sol.
Mas já é tarde. Minhas retinas.
Já queimadas como uma cópia permanente daquela imagem sem sentido.
É apenas um pequeno buraco. Não era muito claro.
Era muito profundo.
Estendendo-se eternamente em tudo.
Um buraco de infinitas escolhas.
Eu percebo agora,que eu não estava olhando para dentro.
Eu estou olhando para fora.
E ele,do outro lado, estava olhando para dentro.

Me salve[]

Este poema é mostrado no terceiro dia

As cores, elas não param.
Cores brilhantes e lindas.
Piscando, expandindo, perfurando
Vermelho, verde, azul
Uma infinita
cacofonia
De um incompreensível
barulho
O barulho, ele não para.
Formas de ondas violentas e irritantes
Rangendo chiando, perfurando
Seno, cosseno, tangente
Como brincar com um quadro de giz em um fonógrafo
Como brincar com um vinil em uma massa de pizza
Um poema
sem fim
Sem significado


Me Carregue

A dama que sabe tudo[]

Um velho conto fala de uma dama que vagueia pela Terra.
A Dama Que Sabe Tudo.
Uma bela dama que encontrou todas as respostas,
Todos os significados,
Todos os propósitos,
E tudo que já foi procurado.
E aqui estou eu.
uma pena.
Perdida à deriva no céu, vítima das correntes do vento.
Dia após dia, procuro.
Procuro com pouca esperança, sabendo que lendas não existem.
Mas quando tudo mais falhou comigo,
Quando todos os outros se afastaram,
A lenda é tudo o que resta a última estrela fraca cintilando no céu crepuscular.
Até que um dia, o vento deixa de soprar.
Eu caio.
E eu caio e caio, e caio ainda mais.
Gentil como uma pena.
Uma pena seca, inexpressiva.
Mas uma mão me pega entre o polegar e o indicador.
A mão de uma bela dama.
Olho para os olhos dela e não encontro fim para o seu olhar.
A dama que Sabe Tudo sabe o que estou pensando.
Antes que eu possa falar, ela responde com uma voz vazia.
"Eu encontrei todas as respostas, todas as quais equivalem a nada.
Não há significado.
Não há propósito.
E buscamos apenas o impossível.
Eu não sou sua lenda.
Sua lenda não existe."
E com um sopro, ela me lança de volta ao ar e eu sigo uma rajada de vento.

Ato 2 -POEMAS-[]

"Buraco na parede (2)"[]

Mas ele não estava olhando pra mim.
Confusa, eu freneticamente olhei ao meu redor.
Mas meus olhos queimados não mais podiam ver as cores.
Há outros nesse quarto? Eles estão falando?
Ou eles são simplesmente poemas em folhas planas,
O som do frenético rabiscar pregando peças em meus ouvidos?
O quarto começa a se dobrar.
Se fechando em mim.
O ar que respiro se dissipa antes que chegue aos meus pulmões.
Entro em pânico. Deve ter uma saída.
Está bem ali. Ele está bem ali.


Engolindo meus medos, brando minha caneta.

'"Me Salve (2)"[]

O poema é mostrado no terceiro dia.

As cores, elas não
Cores bri h ntes e l n a s
Pisca do, exp nd ndo, perfurando
Vermelho, verde, azul
Uma finita
CACOFONIA
De um incompreensível
barulho


O barulho, ele não PARA.
Form as de on da viol ntas e irritantes
Ra g ndo, chia do, perfurando
SENO, COSSENO, TANGENTE
Como brin ar com um qu dro de giz em um f nógrafo
Como brincar com uma FACA em um TORAX RESPIRANDO
m poe a
s m f m
De m in omp ens el


Apague-a

Ato 3[]

"Final Feliz"[]

Este poema é mostrado no inicio do diálogo com a Monika.

Caneta em mãos, eu encontro minha força.
A coragem dotada a mim por meu único amor.
Juntos, vamos desmantelar esse mundo em ruínas
E escrever um romance sobre nossas próprias fantasias.


Com um movimento da sua caneta, aquele que está perdido encontra seu caminho.
Em um mundo de escolhas infinitas, contemple esse dia especial.


Afinal de contas,
Nem tudo que é bom precisa acabar.

Doki Doki Literature Club Plus![]

Confiança[]

Confiança Parte 2[]

Esse poema é mostrado quando Monika tem dificuldades para escrever um poema devido ao fato de buscar continuamente a perfeição. O poema aparece em Confiança Parte 2.

Monika tenta escrever um poema para mostrar um lado mais vulnerável dela. Porém, devido à sua dificuldade de não conseguir deixar que algo não seja perfeito, ela acaba deixando a caneta em um ponto da página, deixando a tinta se acumular. Frustrada, Monika a página com a tinta da caneta, deixando duas poças pretas. Embaixo das manchas ela escreve: "Isso é o que ganho por buscar a perfeição. Uma mancha". Antes que Sayori entre na sala do clube.

Monika expressa a Sayori que ela não consegue ser vulnerável com outra pessoa. Em resposta, Sayori pega a página e escreve algo. Monika leu o que Sayori havia escrito e percebeu que era algo muito pessoal. Monika pensou consigo mesma em quanto tempo levou para Sayori criar coragem para mostrar isso a ela. Sayori disse a Monika que se ela conseguia ser vulnerável, então Monika também conseguiria.

Poemas Desbloqueáveis[]

Este poema é desbloqueado na Galeria quando você adquire todos os outros poemas de Monika.

Um sinal elétrico de algum recôndito remoto do meu quarto.
Contendo todos os circuitos e nervos e químicos numa rede compreendida por ninguém.
Os químicos fazem meu peito tiritar em volta do meu coração pulsante.
Os nervos fazem minha mão se mover, manchando uma árvore morta com alguma substância escura.
_________________________________________________________________
A tinta reflete a luz nos seus olhos brilhantes.
Segurar esse papel é quase como segurar
minha mão que escreveu isso.
Nossas emoções se misturam até que nossos corações batem em
harmonia.
Conectados um ao outro.
Me sinto elétrica.

Controle[]

Este poema é exclusivo da edição física de DDLC Plus.[1]

A satisfação do controle.
A causa e efeito diretos de pressionar a caneta no papel.
O orgulho pelas minhas conquistas.
A responsabilidade pelos meus erros.
Respiro o peso de tudo isso.
Problemas são apenas coisas que precisam ser resolvidas.
O futuro se chama ansiedade.
O passado é chamado de arrependimento.
O presente pode ser moldado pelas minhas mãos.
pelas minhas palavras.
pelas minhas ações.
Isso me controla.
Ancora-me à minha realidade artesanal.
Aprisiona-me dentro do meu próprio artesanato.
A caneta cativa produz manchas sem sentido.
Linhas úmidas absorvidas pela polpa das células mortas.
É por isso
Que devo aprender a abandonar tudo.
O peso, a responsabilidade, o orgulho, o controle.
A caneta na minha mão.
E a do meu coração.
Então eu posso voar e perseguir o seu
Ou aprenda a ser feliz
vendo você voar
sem mim.

Curiosidades[]

  • Monika escreve os seus poemas utilizando a fonte "Journal".
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